Quem sou eu?
Sou
Heloiza, 49 anos, mãe, esposa, professora, eclética, religiosa, virginiana,
estudante do curso de pós graduação em "Informática na Educação" pelo IFES/CEAD. Gosto de
caminhadas, comer bem, dormir, encontrar os amigos, (adoro) ver filmes em casa com meus
filhos, viajar com a família, ir ao teatro, cinema etc.
Sou uma pessoa de dentro pra fora, minha beleza
está na minha essência e no meu caráter. Acredito em sonhos não em utopia, quando sonho, sonho alto. Estou aqui pra viver, cair, aprender, levantar e
seguir em frente. Sou isso hoje... amanhã, já me reinventei. Reinvento-me
sempre que a vida pede um pouco mais de mim. Sou complexa, sou misteriosa, sou
mistura, sou mulher com cara de menina... e vice-versa. Me perco, me procuro e
me acho, e quando necessário, enlouqueço e deixo rolar... Não me dou pela metade,
não sou seu meio amigo nem seu quase amor, ou sou tudo ou sou nada. Não
acredito que eu seja ninguém de tão grande ou pouca importância. Presumo que eu seja
como qualquer um, com certos defeitos, porém acompanhada de qualidades. Posso
ser constante, inconstante, ou até mesmo os dois ao mesmo tempo, em grande
parte do tempo, sou previsível, admito, mas o imprevisível me acompanha bem de
perto. Consigo ser o bem e o mau, o certo e o errado, a tristeza e a
felicidade, eu posso ser tudo, ou simplesmente nada. Talvez eu seja isso, uma
porção de coisas, depende de como você me vê! Sou
umα pessoa totαlmente pink! diferente das que você encontra por aí. Não
sou perfeita, sou apenas eu mesma! Não me abalo com o que
me fazem, simplesmente passo por cima, tudo passa, sempre passa. Não sou
má, sou a pessoa certa de um jeito errado. Como todo mundo, eu
quero é ser FELIZ!
“É
melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, de momentos melhores, de uma
vida melhor, mesmo correndo o risco de perder tudo, do que permanecer
estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não
vencem, que não conhecem a dor da derrota, a dor da perca e nem a glória
de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua
jornada na terra não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se
perante ele, por terem apenas passado pela vida”.